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Bairro de Belém visto do alto, com casas antigas de telhado de barro entre prédios residenciais
Belém vista do alto. Foto: Cayambe, CC BY-SA 3.0
UsucapiãoPlanejamento sucessório

Da posse à próxima geração

Advocacia imobiliária em Belém para colocar o imóvel no seu nome, comprar ou vender sem prejuízo e organizar como o patrimônio passa para a família.

PossePropriedadePróxima geração

O imóvel é realmente seu?

Posse não é propriedade. Morar, pagar o IPTU e cuidar do imóvel por décadas não coloca o seu nome na matrícula.

Posse

Você ocupa, usa e conserva.

≠

Propriedade

A matrícula reconhece o titular.

O documento também diz que esse imóvel é seu?

Contrato particularRecibos antigosPais ou avósSem inventárioSem registro

Se alguma dessas etiquetas descreve o seu imóvel, ele provavelmente ainda não está no seu nome. Como regularizar

Áreas de atuação

Do contrato de aluguel ao testamento, o trabalho é o mesmo: fazer o documento acompanhar a vida do imóvel e evitar o prejuízo antes que ele aconteça.

  1. Planejamento sucessório

    Para quem quer decidir em vida como o patrimônio vai passar para filhos, cônjuge e netos.

    Ver planejamento sucessório
  2. Negócios jurídicos imobiliários

    Contratos de compra e venda, promessa, permuta, doação e cessão de direitos, e o acompanhamento até o registro. Também para construtoras e imobiliárias.

    Ver negócios jurídicos imobiliários
  3. Diagnóstico de compra e venda

    Antes de assinar: quem vende é o dono da matrícula, há dívidas ou ações que alcançam o imóvel, ele pode ser financiado?

    Ver diagnóstico de compra e venda
  4. Locação

    Contratos de locação residencial e comercial, aluguel atrasado, despejo e a proteção de quem tem imóvel ocupado por outra pessoa.

    Ver locação
  5. Regularização

    Usucapião, adjudicação compulsória e averbação de obra: os caminhos para a matrícula contar a história verdadeira do imóvel.

    Ver regularização
  6. Inventário

    Inventário em cartório ou na Justiça, com o cuidado de resolver antes o imóvel que nunca foi registrado no nome de quem faleceu.

    Ver inventário
  7. Condomínio

    Consultas do síndico, notificações, cobrança de inadimplência e problemas com a construtora em condomínios novos.

    Ver condomínio
  8. Leilão

    Análise do edital e da matrícula antes do lance, dívidas do imóvel, imóvel ocupado e o caminho até o registro da arrematação.

    Ver leilão

Quando a irregularidade passa de geração em geração

Quanto mais o tempo passa, mais complexa pode se tornar a solução.

1ª geração

Compra por contrato

e não registra.

2ª geração

O pai falece

e os filhos não regularizam.

3ª geração

Netos e cônjuges

viram novos herdeiros.

Posse + regularização + sucessão + inventário

Cada geração que passa sem registro acrescenta herdeiros que precisam assinar. Inventário com imóvel irregular

Usucapião

Quando a posse pode virar propriedade?

Mito
“Muitos anos = dono”
Realidade
  1. Tempode 2 a 15 anos, conforme a modalidade
  2. Posse qualificadacontínua, sem oposição, como dono
  3. Requisitos legaisárea, uso, outro imóvel no nome
  4. Provadocumentos e testemunhas

Antes do procedimento:

Diagnóstico jurídico

Modalidades, prazos e usucapião em cartório

Regularizar é contar a história do imóvel

A prova reconstrói a posse e a situação jurídica. Todo pedido responde a quatro perguntas.

  1. Quem?Quem ocupa?
  2. Quando?Desde quando?
  3. Como?Como adquiriu?
  4. ProvaO que demonstra?

As respostas estão nestes papéis, muitas vezes guardados numa gaveta:

  • Contrato
  • Matrícula
  • IPTU
  • Planta + memorial
  • Contas
  • Recibos

Identificar, regularizar, planejar

A lógica do trabalho patrimonial, na ordem em que acontece.

Patrimônio também é o que deixamos organizado.

  1. Identificar

    Qual é a situação jurídica do imóvel e da família?

  2. Regularizar

    Está juridicamente protegido? O que falta registrar?

  3. Planejar

    Como será transmitido para a próxima geração?

Raphael de Mendonça Rocha em entrevista no estúdio do Portal Pará Negócios
No podcast do Portal Pará Negócios, setembro de 2026

O escritório

Raphael de Mendonça Rocha advoga desde 2012 e passou pelo Tribunal de Justiça do Pará como assessor antes de se dedicar só ao direito imobiliário. Em 2023 fundou a Mendonça Rocha Advocacia Imobiliária, em Nazaré, Belém. Atende imóveis urbanos na capital e na região metropolitana e imóveis rurais em todo o Pará.

Muita gente chega dizendo que precisa de uma usucapião. A primeira pergunta é outra: você realmente precisa? Às vezes existe um caminho mais simples. Por isso o atendimento começa pelo diagnóstico.

“Não comece pelo procedimento. Comece pelo diagnóstico.”

Conheça o escritório

Perguntas frequentes

Dúvidas que aparecem na primeira conversa.

Moro no imóvel há mais de 10 anos. Ele já é meu?

Não automaticamente. O tempo de posse pode permitir a usucapião, mas a propriedade só existe depois do registro na matrícula. Até lá, quem aparece na matrícula continua sendo o dono perante a lei.

Comprei por contrato particular e paguei tudo. O que falta?

Falta a escritura e o registro. Se o vendedor não assina ou já faleceu, a adjudicação compulsória, que também pode ser feita em cartório, resolve com base no contrato quitado.

A casa era dos meus avós e ninguém fez inventário. Por onde começo?

Pelo levantamento: quem são os herdeiros de cada geração e em que situação está a matrícula. Muitas vezes o imóvel nem estava no nome dos avós, e aí a regularização vem antes do inventário.

Dá para fazer usucapião sem processo judicial?

Sim. Desde 2015 existe a usucapião extrajudicial, feita no cartório de registro de imóveis, com advogado, ata notarial, planta e memorial. Se houver oposição, o caso segue para a Justiça.

Planejamento sucessório é só para quem tem muito patrimônio?

Não. Importam a estrutura da família e a composição do patrimônio. Um único imóvel com herdeiros de casamentos diferentes já justifica um planejamento.

Antes de comprar, antes de vender

E quando alguém da família falece. Traga o que tiver sobre o imóvel, contrato, recibos, IPTU, matrícula, e na primeira conversa vemos a situação jurídica e o caminho que faz sentido.